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quinta-feira, 20 de outubro de 2011













Uma lenda mexicana tenta explicar a associação feita entre a Poinsétia e o Natal. Uma menina, de nome Pepita, não sabia o que oferecer ao menino Jesus por ocasião da missa de Natal. Não podendo adquirir uma oferta digna da sua vontade, expõe o seu problema ao seu primo, Pedro, que a acompanhava a caminho da igreja. Este a consola e diz que é o amor com que se dá uma oferta que valoriza a mesma, especialmente aos olhos de Deus.
Pepita deixa-se convencer e vai recolhendo plantas vulgares das margens do caminho por onde passa. Quando chega à igreja, dá-se conta da pobreza da sua oferta e chora de tristeza. Tenta, no entanto, oferecer os pálidos ramos com todo o amor da sua alma. Então, frente a toda a congregação reunida no templo, as folhas dos ramos ficam tingidos de uma cor brilhante e vermelha.
O povo reunido para a eucaristia fica espantado e declara o acontecimento como um milagre.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

La Llorona (A Chorona)



















Em meados do século XVI, os habitantes da Cidade do México se recolhiam em seus lares à hora do toque de recolher, marcada por é som dos sinos da Catedral. A gente da antiga Tenochtitlan fechava portas e janelas, e todas as noites acordavam pelo som do triste e horrível pranto de dor de uma mulher a quem afligia uma profunda pena ou tortura física.

Ao princípio, os vizinhos se conformavam com fazer o sinal da cruz, rezando pela alma em pena que vagava pelas ruas, mas este fenômeno se prolongou e se repetiu durante muito tempo. Os que quiseram procurar saber a causa deste evento manifestaram que normalmente à meia noite o luar permitia ver como as ruas se enchiam de uma capa esfumada e dela aparecia uma mulher com um vestido muito branco, com um véu que cobria seu rosto. O espectro percorria a cidade com passos lentos, em diferentes direções, passando sempre pela praça principal, onde se ajoelhava voltando o rosto para o oriente, para depois pôr-se de novo em pé para continuar sua misteriosa caminhada. Ao chegar às orlas do lago se desvanecia entre as sombras.

A tradição da Chorona talvez seja a mais famosa das lendas mexicanas e sua fama traspassou fronteiras. Assim, fala-se dela em regiões de Estados Unidos e Canadá, onde os descendentes de migrantes dizem tê-la visto aparecer cerca de rios e com as características antes mencionadas.

Lenda de Natal


















Uma lenda mexicana tenta explicar a associação feita entre a poinsétia e o Natal. Uma menina, de nome Pepita, não sabia o que oferecer ao menino Jesus por ocasião da missa de Natal. Não podendo adquirir uma oferta digna da sua vontade, expõe o seu problema ao seu primo, Pedro, que a acompanhava a caminho da igreja. Este consola-a e diz-lhe que é o amor com que se dá uma oferta que valoriza a mesma, especialmente aos olhos de Deus. Pepita deixa-se convencer e vai recolhendo plantas vulgares das margens do caminho por onde passa. Quando chega à igreja, dá-se conta da pobreza da sua oferta e chora de tristeza. Tenta, no entanto, oferecer os pálidos ramos com todo o amor da sua alma. Então, frente a toda a congregação reunida no templo, as folhas dos ramos ficam tingidos de uma cor brilhante e vermelha. O povo reunido para a eucaristia fica espantado e declara o acontecimento como um milagre.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Chan, a Serpente Mexicana

Há uma lenda no México, que remonta a época dos maias muito antes mesmo da colonização espanhola, que fala sobre uma gigantesca "serpente" existente na cratera do vulcão Tallacera, batizada com o nome de "Chan".

"Chan", está presente também nos profundos e redondos lagos do Yucatán, venerada como um deus.

Esta "lenda", presente até os dias de hoje, vem sendo corroborada por diversas testemunhas que afirmam ter visto a "serpente" na cratera do extinto Tallacera. As testemunhas variam de pescadores e camponeses até policiais e sacerdotes que descrevem a enorme criatura como uma baleia.

Os nativos do Vale do Santiago, todo mês de setembro, há séculos ou milênios, sobem em peregrinação até o alto da cratera - a qual abriga um lago de cor turquesa - para oferecer à serpente os primeiros frutos e para suplicar proteção.

terça-feira, 19 de agosto de 2008

Cucaracha envidiosa




















...Una cucaracha mala y envidiosa, irritada por que el ciempiés tenia muchas mas patas que ella, le dijo un dia al miriápodo con lisonja malevola: "Que maravillosa gracia posees al caminar, que increible coordinación, no se como consigues moverte tan sinuosa y facilmente con todas esas patas que tienes, ¿me podrias explicar como lo haces?". El ciempies halagado se estudio a si mismo y luego le detallo de buena gana el procedimiento: "Es muy facil; no hay mas que mover hacia adelante las cincuenta patas del costado derecho mientras que mueves hacia atras, sincronizadamente, las cincuenta patas del costado izquierdo, y viceversa". La cucaracha fingio admirarse: "¡Que formidable! ¿Podrias hacerme una demostración?" y el ciempies no fue capaz de moverse nunca mas.
El arte esta alumbrado por esa misma gracia ciega que hacia caminar al pobre insecto. Es un don al que Rudyard Kipling llamo su daimon, su demonio...

segunda-feira, 18 de agosto de 2008

A Lenda do Chocolate


  • Diz a lenda dos povos da América que o deus asteca "Quetzcoalt", senhor da Lua prateada e dos ventos gelados, tal como prometeu, ofereceu aos homens um presente roubado do país dos deuses.

  • Querendo dar aos mortais algo que lhes enchesse de energia e prazer, Quetzcoalt foi aos campos luminosos do Reino dos Filhos do Sol para de lá roubar as sementes da árvore sagrada.

  • Desta maneira fantástica, as sementes do cacaueiro teriam nascido na região dos Astecas, dando origem à árvore.

  • O "tchocolatl", como era chamado, tinha tanta importância entre estes povos, que a bebida só era consumida por reis, nobres e guerreiros.

  • Foi esta mistura que o imperador asteca Montezuma ofereceu ao conquistador espanhol Fernando Cortez, confundindo-o com algum deus pelas roupas que usava e por vir montado num cavalo.