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segunda-feira, 7 de maio de 2012

Tagetes


Flor originária do México e atualmente é uma flor muito importante nesse país já que é ícone do “Dia dos Mortos”, um dos eventos mais populares no México. Por esta razão, esta planta também conhecida por “flor-dos-mortos”.

Estas flores são também conhecidas pelo seu aroma forte. Em termos de aspecto, é fantástica para decorar o que quer que seja. Em termos de cores, as mais populares são as laranjas e as amarelas.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Poinsétia













A poinsétia, também designada pelos nomes de bico-de-papagaio, rabo-de-arara e papagaio (no Brasil), cardeal, flor-do-natal, ou estrela-do-natal é uma planta originária do México, onde é espontânea. O seu nome científico é Euphorbia pulcherrima, que significa “a mais bela (pulcherrima) das eufórbias”.

Vinda da América Central, mais especificamente da região de Taxco del Alarcon, a planta era denominada pelos astecas de “cuetlaxochitl”. A planta era utilizada por este povo para a produção de tintas usadas na cosmética e tingimento de tecidos, além de usarem a sua seiva na produção de medicamentos contra a febre.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Flor do Tigre (Tigridia pavonia)






















A Flor do Tigre é uma planta da família das Iridáceas, sendo nativa do continente americano, ocorrendo desde o México até o Chile.

Entre os Astecas era chamada de Oceloxochitl (flor do jaguar), por sua parte central interna ter manchas como as do animal. Esta flor já era conhecida e cultivada pelos astecas há milhares de anos. No México, atualmente, é chamada de Cacomite.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Dália




Originária do México, onde é muito popular, é considerada a flor nacional do México.
Os índios daquela região foram os primeiros a cultivar dálias, ainda no período do Império Asteca.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Crisântemo























No México, presentear com flores crisântemo
representa uma declaração explícita de amor.

domingo, 17 de agosto de 2008

Ferocactus pilosus




















Ferocactus pilosus (Cactus mexicano) crescendo ao sul de Saltillo, Coahuila, nordeste do México.

Cactos são plantas resistentes a locais áridos e conseguem armazenar água no seu tronco por muito tempo.

Carnegiea gigantea




















Cactos podem viver até 200 anos e alcançar 20 metros de altura (como o Carnegiea gigantea, originário dos EUA e México). Mas também existem espécies minúsculas. A menor conhecida é o Blosfeldia liliputana, dos Andes bolivianos, com apenas 0,5 centímetros de diâmetro.

Apesar de 92% de sua estrutura ser composta por água, a presença do cacto indica sempre um solo pobre e seco.

No mundo, existem mais de duas mil espécies de cactos catalogadas. Só no Brasil, são mais de 300 tipos.

Os cactos reproduzem-se tanto por sementes quanto por estacas.

Opuntia Ficus-indica














Algumas espécies dão frutos comestíveis. É o caso do cacto mexicano Opuntia Ficus-indica, que produz o conhecido figo-da-índia.

CURIOSIDADES SOBRE OS CACTOS


















A origem do nome: o termo ‘cactos’ foi usado há cerca de 300 anos antes de Cristo pelo grego Teofrastus. Em seu trabalho chamado Historia Plantarum, ele associa o nome cacto à plantas com fortes espinhos. Embora os cactos possam ter formas diversas, ainda hoje associamos a idéia de que são plantas com muitos espinhos.

Nem todas as plantas que mantêm água dentro da sua estrutura são cactos. Essa característica também é comum às plantas suculentas. A diferença é que os cactos têm apenas caule e espinhos e as suculentos também têm folhas e nem sempre espinhos.

Todos os cactos florescem, porém algumas espécies só dão flores após os 80 anos de idade ou atingir altura superior a dois metros. Depois da primeira floração, todo ano, na mesma época, as flores voltam a aparecer.

Algumas espécies dão frutos comestíveis. É o caso do cacto mexicano Opuntia Ficus-indica, que produz o conhecido figo-da-índia.



Peiote, o cacto sagrado

































Quando no século XVI os exploradores e missionários espanhóis começaram a penetrar nas regiões mais remotas do território mexicano, tiveram os primeiros contatos com uma pequena planta verde, esférica, macia e sem espinhos, que formava colônias de pequenos botões, chamada "peyotl" ("hículi, huatari"). Os indígenas a consideravam divina, pois através de seu uso podiam se comunicar com seus deuses e a usavam para curar suas enfermidades, prever o futuro, dar força e coragem nas batalhas ou executar tarefas prodigiosas. Essa planta, que conhecemos como peiote, tem o nome botânico Lophophora williamsii e pertence à família Cactaceae.
Ela é nativa do México e sul dos Estados Unidos e sabe-se que tem sido usada há milênios pelos indígenas mexicanos. Tem um crescimento lento, levando muitos anos para atingir um tamanho apreciável.