O peru de Natal teve sua origem no México, no século XVI. Os astecas deram-no a provar ao conquistador Hernán Cortés. Agradou tanto que o levou para a Espanha. No México o chamavam de "guajalote".
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Para os mexicanos, os guerreiros mortos acompanham o Sol na primeira metade do seu curto visível, até o meio-dia. Depois os guerreiros descem à terra sob a forma de borboletas ou colibris. Essa associação se deve ao fato da analogia da borboleta com a chama. O deus do fogo asteca (HUEHUETEOTL) levava como emblema um peitoral chamado borboleta de obsidiana. Também é o símbolo do sol negro, pois atravessa o mundo subterrâneo durante seu curso. É o fogo oculto, ligado à noção de sacrifício, morte e ressurreição.
Durante o Natal no México, a população aproveita não só para distribuir presentes mas para relembrar os difíceis movimentos que antecederam o nascimento de Jesus. Isto é feito em procissões . As pousadas que reproduzem o drama de Maria e Jesus procurando representar um local onde ficaram quando chegaram em Belém. As procissões começam nove dias antes do Natal. Porque a ida da sagrada família de Nazaré para Belém levou nove dias. Grupos de amigos e familiares se dividem em dois lados representam a Sagrada Família a Belém. Os dois peregrinos pediam abrigo aos donos de pousadas sendo recusados friamente em cada uma delas. Enfim chegam a casa que foi escolhida para abrigar um altar com um presépio onde são recebidos com festa. Então são feitas orações e tem início a comemoração do Natal. Grupos de amigos e familiares se dividem em dois lados representam a Sagrada Família a Belém. Os dois peregrinos pediam abrigo aos donos de pousadas sendo recusados friamente em cada uma delas. Enfim chegam a casa que foi escolhida para abrigar um altar com um presépio onde são recebidos com festa. Então são feitas orações e tem início a comemoração do Natal.
A Flor do Tigre é uma planta da família das Iridáceas, sendo nativa do continente americano, ocorrendo desde o México até o Chile.
Entre os Astecas era chamada de Oceloxochitl (flor do jaguar), por sua parte central interna ter manchas como as do animal. Esta flor já era conhecida e cultivada pelos astecas há milhares de anos. No México, atualmente, é chamada de Cacomite.
Essa aguardente de origem mexicana, mais precisamente de Jalisco, tem esse nome em função do Vale onde ela foi originalmente produzida. A Tequila é produzida a partir do Agave Azul,que nada mais é do que uma espécie de babosa (e não um cacto como muita gente acredita). Muito parecido com o abacaxi, o Agave possui um miolo (esse miolo leva o nome de piña) que é extraído e pode atingir até 70 Kg por ramo.
O consumo da piña crua não é indicado, pois trata-se de uma planta venenosa, porém com forte concentração de açúcar o que possibilida a destilação para produção da aguardente
O processo de fabricação da Tequila começa com o cozimento das piñas em fornos que tem ação semelhante às panelas de pressão, para posteriormente serem trituradas em grandes moinhos e são levadas para a fermentação. Aqui se inicia o processo de diferenciação da Tequila. Caso ela seja 100% agave, apenas a piña fermenta. Para os outros tipos (blanco e reposado), que não são “puros”, adicionam-se cana de açúcar de várias famílias para que os açucares se misturem e a transformação em álcool etílico ocorra. Chega o momento do alambique, onde o preparado é aquecido à altas temperaturas, evaporam-se e condensam-se e voi-la, temos a tequila. Temos então, três tipos básicos de tequila: blanco, reposado e anejo.
Blanco: é obtido após a segunda destilação. É a de sabor mais puro e tem coloração branca como água.
Reposado: após a conservação da tequila blanco por aproximadamente dois meses em barris de madeira, tem a coloração levemente escurescida. De sabor ligeiramente mais suave, é a mais consumida.
Anejo: é a tequila que passa aproximadamente um ano no mesmo barril. É a mais escura de todas e tem o sabor de madeira mais marcante. É indicada para os iniciantes no mundo da tequila.
La muerte es una presencia constante en la vida cotidiana del mexicano y la manera de celebrarla –aunque adquiere ciertas particularidades según la región o el pueblo, como Janitzio en Michoacán o Mixquic en la capital del país–, conserva la misma esencia: los seres queridos ya fallecidos regresan a convivir con sus familiares y amigos.
Sin importar la clase social o lugar de residencia, no pueden faltar entre los mexicanos las calaveritas de dulce, de chocolate o de semillas de amaranto que, junto con las calaveras impresas, los altares y las visitas al panteón, forman parte del ritual con el que se recuerda, se acepta y sobre todo se celebra que llegará el día y la hora en que, sin remedio, se cambiará de barrio.
Originária do México, onde é muito popular, é considerada a flor nacional do México. Os índios daquela região foram os primeiros a cultivar dálias, ainda no período do Império Asteca.
terça-feira, 3 de novembro de 2009
Todos los hombres estamos hechos del mismo barro, pero no del mismo molde. Provérbio mexicano.
13 fatias de pão de fôrma 6 colheres (sopa) de manteiga (180 g) 2 xícaras de açúcar mascavo (400 g) 1 pauzinho de canela 4 xícaras de água 1 xícara de amêndoas cortadas 1/4 de xícara de amêndoas inteiras 2/3 de xícara de uva passa 1/2 kg de queijo de minas ralado no ralo fino
Preparo:
Coloque as fatias de pão no forno preaquecido em temperatura lenta (120°C), até que sequem bem (uns 15 minutos). Retire o pão do forno e aumente a temperatura para 170°C. Derreta 2 colheres (de sopa) da manteiga numa frigideira. Acrescente as fatias de pão, poucas de cada vez, e frite até que dourem ligeiramente, acrescentando mais manteiga conforme se faz necessário. Prepare uma calda, colocando numa panela o açúcar, a canela e a água. Deixe levantar fervura. Abaixe o fogo e cozinhe lentamente por 15 minutos.Reserve.
Em uma forma refratária de 28 cm de diâmetro, não muito funda, faça camadas com as fatias de pão, as amêndoas cortadas, a uva passa e o queijo. Repita as camadas e por cima disponha as amêndoas inteiras. Com cuidado despeje a calda por cima e asse por uns 40 minutos no forno preaquecido (170°C). Sirva quente ou frio.
"No hay mal que dure cien años, ni quién los aguante".
Os costumes na hora de comer estão muito ligados à ocasião, à origem social das celebrações e à época do ano. Para resumir, podemos nomear três ocasiões que nos pode servir de mostra:
O almoço é o alimento depois do café da manhã (se esse não foi muito farto) e é a ocasião para provar os tamales (tortas finas de milho), ou um caldo acompanhado de batatas. Não menos deliciosos são os chilaquiles (uma massa com batatas) ou ovos rancheiros.
A comida, servida entre a uma e as quatro da tarde, é mais abundante que em outros países e também possui mais condimentos. Antes da comida principal, que geralmente é um cozido, é comum saborear uma sopa ou um arroz. Depois vem a sobremesa.
A merenda é um momento familiar no qual se destacam os sabores doces: chocolate a espanhola ou chapurrado, pães doces com nomes graciosos e também os tira-gosto: tacos, tamales, quesadillhas, entre outros.
As canções e danças folclóricas, características das diferentes regiões do país, são acompanhadas de diversos tipos de conjuntos musicais onde o principal instrumento é a guitarra.
A banda de mariachis é originária de Jalisco. Normalmente interpretam músicas rancheiras cujos temas podem variar, mas sempre abordam temas românticos. O corrido, uma balada folclórica narrada em rimas de quatro versos, derivada da romanza espanhola, é provavelmente a maior contribuição mexicana à música folclórica da América.
Outras danças que se destacam é o danzón, o cha-cha-cha, a sadunga, a jarana e o jarabe tapatío. São interpretes e compositores famosos da música mexicana, entre outros: Agustín Lara, Jorge Negrete, Pedro Infante, Chavela Vargas, Lucha Reyes, Miguel Aceves Mejía, José Alfredo Jimenez, Armando Manzanero y Los Panchos.
Algumas das danças e instrumentos pré-hispanicos sobrevivem. As danças mais conhecidas são as dos concheros e dos voladores. Quanto aos instrumentos destaque para o huéhuetl e o teponaztli, ambos de percussão, além de numerosas flautas de cerâmica e cana.
Eu não sei se estiveste ausente. Eu deito-me contigo, e levanto-me contigo. Nos meus sonhos tu estás junto a mim. Se estremecem os brincos das minhas orelhas eu sei que és tu que te moves no meu coração. . Canção Nahuas, do México
Há uma lenda no México, que remonta a época dos maias muito antes mesmo da colonização espanhola, que fala sobre uma gigantesca "serpente" existente na cratera do vulcão Tallacera, batizada com o nome de "Chan".
"Chan", está presente também nos profundos e redondos lagos do Yucatán, venerada como um deus.
Esta "lenda", presente até os dias de hoje, vem sendo corroborada por diversas testemunhas que afirmam ter visto a "serpente" na cratera do extinto Tallacera. As testemunhas variam de pescadores e camponeses até policiais e sacerdotes que descrevem a enorme criatura como uma baleia.
Os nativos do Vale do Santiago, todo mês de setembro, há séculos ou milênios, sobem em peregrinação até o alto da cratera - a qual abriga um lago de cor turquesa - para oferecer à serpente os primeiros frutos e para suplicar proteção.
Sombrero significa chapéu em espanhol. Entretanto, o nome tornou-se consagrado, em todo o mundo, como o chapéu de abas enormes, típico do México. Os sombreros têm normalmente um cone comprido e largas abas, usadas para a proteção contra o sol escaldante do México. O uso do sombrero, atualmente, é bastante raro, fazendo parte apenas das apresentações folclóricas do país, sobretudo na música.